domingo, 10 de julho de 2011

Gráfico 4

4. QUEM PODE SER ASSOCIADO DE UM GREMIO ESTUDANTIL?
a.       Alunos e professores.
b.       Qualquer aluno matriculado e freqüente.
c.        Alunos, professores, direção e funcionários.
d.       Qualquer pessoa da comunidade escolar em geral.

Gráfico 3

3. COMO DEVE ATUAR UM GRÊMIO ESTUDANTIL?
a.       Integrando os alunos e diretoria para levantar recursos da APM para a promoção de eventos culturais, esportivos, beneficentes etc.
b.       Integrando os alunos entre si, promovendo eventos culturais, esportivos, beneficentes etc.
c.        Integrando os alunos e a sociedade a fim de levantar recursos para eventos culturais, esportivos, beneficentes etc.
d.       Integrando os alunos e a comunidade, promovendo eventos culturais, esportivos, beneficentes etc.

Gráfico 2

2. COMO SÃO TOMADAS AS DECISÕES PELO GRÊMIO ESTUDANTIL?
a.       Em reuniões a diretoria da escola,  Secretaria de Educação e representantes de classe.
b.       Em conjunto com conselheiros, diretoria do grêmio e representantes de classe.
c.        Pelo presidente do grêmio, os lideres de sala e a direção.
Pela direção da escola que repassa a decisão ao diretor do grêmio.

Módulo IV Relatório e Gráficos

O QUE É UM GRÊMIO ESTUDANTIL?
a.       É um grupo de alunos responsáveis pelo divertimento dos alunos.
b.       É uma chapa que organiza eventos na escola.
c.        Representação dos alunos na comunidade escolar.
d.       Um grupo de alunos influentes que podem sair da sala.




domingo, 22 de agosto de 2010

De perto, ninguém é normal

Trabalho em 17.08.2010

Metodologia de trabalho:


  • Divisão da turma em grupos de seis cursistas;
  • Determinação de um relator e de um redator;
  • Discussão acerca das duas questões propostas pelo Módulo I
Provocações:


Qual a freqüência de doenças neurológicas nas instituições que vocês atuam?
Como as instituições em que vocês atuam lidam com o tema das doenças neurológicas dentro e fora da sala de aula?A freqüência das doenças neurológicas é maior na Escola Pública ou Privada?
Concluiu-se que ambas enfrentam problemas da mesma natureza. Todavia, aparentemente, na escola particular, o aluno que demonstra características que não se enquadram no “NORMAL”, é excluído por meio da repetência. Mas, antes disso, segundo relatos, é dada a oportunidade de uma “2ª chance”. Resta saber qual a foco desta “chance”:


  • beneficiar este aluno e, nesse caso, como a escola, a família e o próprio educando se estruturam para isso?
  • beneficiar a escola nas avaliações externas?
Por sua vez, a partir da Universalização do Ensino, inclusão é uma realidade, não, uma questão de escolha. Entretanto, a mesma falta de preparo para lidar com os casos apresentados na escola particular ocorre também na escola pública. Infelizmente, a graduação não prepara o profissional de ensino para a inclusão.

A partir da inclusão, qual o papel da escola?


  • Levantar os registros médicos do aluno a fim de se inteirar acerca da sua necessidade especial e respectivas especificidades. Porém: o registro médico depende da atuação da família nesse aspecto, por exemplo, os responsáveis legais pelo aluno já buscaram profissionais da área médica a fim de levantar um diagnóstico?
  • Observar o aluno a fim de perceber como se dá sua interação com o meio escolar apesar ou de acordo com sua necessidade educacional especial.
  • A partir daí, elaborar estratégias de ensino específicas considerando-se com as competências e habilidades apresentadas pelo aluno, observando-se as expectativas de aprendizagens adequadas para o ano e ciclo em que o referido educando se encontra.
Ótimo, tudo lindo, mas e se...


... o aluno não tiver um diagnóstico que aponte uma necessidade educacional especial, ou sequer tiver um diagnóstico, apesar de o professor saber que algo em seu desenvolvimento bio-psico-social destoa do que é comum ao restante do grupo em que ele se insere?


Em ambos os casos, é imperativo levantar as seguintes questões:


  • Como vou ensinar?
  • O que ensinar
  • Por que ensinar?
  • Que habilidades estão sob a superfície do comportamento especial que ele apresenta?
LDB

TÍTULO II

Dos Princípios e Fins da Educação Nacional

Art. 2º. A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.


Percebe-se que, longe de oferecer respostas, esta atividade suscitou mais dúvidas, senão vejamos:
  • O que é uma doença neurológica?
  • Ser “especial” em relação a um padrão do normal. Mas o que ser “normal”?
  • É necessário fazer o aluno especial “avançar”, mas a Física estabelece que só avançamos ou retrocedemos em relação a um referencial. O referencial de expectativas de aprendizagem contempla todas as hipóteses de avanço que um aluno com necessidades especiais pode desenvolver?
  • como preparál-o para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho?