Metodologia de trabalho:
- Divisão da turma em grupos de seis cursistas;
- Determinação de um relator e de um redator;
- Discussão acerca das duas questões propostas pelo Módulo I
Qual a freqüência de doenças neurológicas nas instituições que vocês atuam?
Como as instituições em que vocês atuam lidam com o tema das doenças neurológicas dentro e fora da sala de aula?A freqüência das doenças neurológicas é maior na Escola Pública ou Privada?
Concluiu-se que ambas enfrentam problemas da mesma natureza. Todavia, aparentemente, na escola particular, o aluno que demonstra características que não se enquadram no “NORMAL”, é excluído por meio da repetência. Mas, antes disso, segundo relatos, é dada a oportunidade de uma “2ª chance”. Resta saber qual a foco desta “chance”:
- beneficiar este aluno e, nesse caso, como a escola, a família e o próprio educando se estruturam para isso?
- beneficiar a escola nas avaliações externas?
A partir da inclusão, qual o papel da escola?
- Levantar os registros médicos do aluno a fim de se inteirar acerca da sua necessidade especial e respectivas especificidades. Porém: o registro médico depende da atuação da família nesse aspecto, por exemplo, os responsáveis legais pelo aluno já buscaram profissionais da área médica a fim de levantar um diagnóstico?
- Observar o aluno a fim de perceber como se dá sua interação com o meio escolar apesar ou de acordo com sua necessidade educacional especial.
- A partir daí, elaborar estratégias de ensino específicas considerando-se com as competências e habilidades apresentadas pelo aluno, observando-se as expectativas de aprendizagens adequadas para o ano e ciclo em que o referido educando se encontra.
... o aluno não tiver um diagnóstico que aponte uma necessidade educacional especial, ou sequer tiver um diagnóstico, apesar de o professor saber que algo em seu desenvolvimento bio-psico-social destoa do que é comum ao restante do grupo em que ele se insere?
Em ambos os casos, é imperativo levantar as seguintes questões:
- Como vou ensinar?
- O que ensinar
- Por que ensinar?
- Que habilidades estão sob a superfície do comportamento especial que ele apresenta?
LDB
TÍTULO II
Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
Art. 2º. A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
- O que é uma doença neurológica?
- Ser “especial” em relação a um padrão do normal. Mas o que ser “normal”?
- É necessário fazer o aluno especial “avançar”, mas a Física estabelece que só avançamos ou retrocedemos em relação a um referencial. O referencial de expectativas de aprendizagem contempla todas as hipóteses de avanço que um aluno com necessidades especiais pode desenvolver?
- como preparál-o para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho?